Quando ouvimos esse nome, lembramos da icônica conquista da seleção canarinho que se consagrou tetra campeã do mundo. Até hoje esse lance ficou gravado na mente de milhões de pessoas pelo mundo, principalmente na mente de “Codino Divino” como é apelidado na Itália.

“Enquanto os brasileiros, alguns ainda ajoelhados no campo, viviam a alegria de conquistar a quarta Copa, o mundo ia esquecendo outros detalhes que cercavam o camisa 10 italiano. Mesmo que ele tivesse convertido o pênalti, o Brasil ainda teria a chance do título na cobrança seguinte. E aquela cobrança só se tornou tão pesada porque antes dele Baresi e Massaro também haviam errado. Mas foi a própria de Roberto Baggio que o absolveu” ( A magia da camisa 10,pág 99, André Ribeiro e Vladir Lemos).

Essa citação exemplifica o que aconteceu naquela fatídica final para a seleção Azzura, a Itália não perdeu por culpa de Baggio, mas sim pela de incompetência de seus batedores. Roberto Baggio tem uma história muito importante no futebol mundial, na década de 90, foi considerado um dos melhores meio-atacantes de sua geração, considerado um dos melhores jogadores de todos os tempos da seleção Azzura. Vale lembrar que ele jogou a final da Copa do Mundo de 1994 lesionado, onde foi submetido a um longo tratamento logo após a semifinal, devido a uma forte entrada de um zagueiro búlgaro.

Em toda a sua carreira ele acumulou vários títulos importantes, como :

  • Melhor Jogador do Mundo: 1993
  • Melhor Jogador Europeu do Ano: 1990
  • Melhor Jogador Europeu do Ano: 1991
  • Melhor Jogador Europeu do Ano: 1993
  • Melhor Jogador Europeu do Ano: 1994

Pela Azzura, ele fez 73 tentos em 81 partidas, ficando com uma incrível média de 0,90 gol por partida, ficando muito a frente de Messi por exemplo, que conta com uma média de 0,49 gol atuando em sua seleção. Baggio Terminou a sua carreira jogando 701 partidas e marcando 318 gols, desses mais de 200 no Campeonato Italiano.

“Portanto Roberto Baggio não se resume a um pênalti perdido”.

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